vida deprimente

domingo, novembro 30, 2003

tenho tantas saudades tuas.......

|| joão @ 13:24


as saudades de ti são grandes ...
os pensamentos são todos para ti...
adoro-te tanto...

|| joão @ 11:33


sábado, novembro 29, 2003

mas respondeu...
como quiseres...............
se ainda não entendeste é porque não me conheces mesmo...
não me procures mais...
não quero sofrer mais... (...).


nao tenho resposta... não quero responder... não...

valerá apena acordar assim?!

|| joão @ 07:59


i wanted you to know i love the way you laugh
i wanna hold you high and steal your pain away
i keep your photograph; i know it serves me well
i wanna hold you high and steal your pain

‘cause i’m broken when i’m open
and i don’t feel like i am strong enough
‘cause i’m broken when i’m lonesome
and i don’t feel light when you’re gone away

the worst is over now and we can breathe again
i wanna hold you high, you steal my pain away
there’s so much left to learn, and no one left to fight
i wanna hold you high and steal your pain

‘cause i’m
broken when i’m open
and i don’t feel like i am strong enough
‘cause i’m broken when i’m lonesome
and i don’t feel right when you’re gone away

|| joão @ 00:09


apetece-me fechar os olhos...
escorrem-me pela cara algumas lágrimas...
pequenas lágrimas... de dor...
como a àgua que transborda de um copo cheio...

não me respondes........

apetece-me deitar... pensar no que fazes...
ao invés de pensar porque estás longe...

|| joão @ 00:03


sexta-feira, novembro 28, 2003

estás aí?
pensas em mim? o que sentes? porque não me respondes?
eu adoro-te, sabes?!
e tu? ainda gostas de mim?
não respondes....

onde estás?!

nao me respondes!
ou não me queres responder.............................

|| joão @ 22:19


tenho saudades... muitas...
tantas que as lágrimas começam a surgir...
mas não sabes... não saberás que as verto por ti!

porquê? porque preferes estar não saber...
preferes alimentar uma discussão que me recuso a ter...
preferes virar-me as costas, ao ouvir-me dizer-te que te amo!

não sei o que fazer... a não ser ouvir uma música enquanto me aninho para deixar sair esta dor em forma de lágrimas...

|| joão @ 20:09


acordo e não tenho uma mensagem tua a dar-me os bons dias...
ontem acordei e não tinha nenhuma mensagem a dar-me os bons dias...
não tenho tido nenhuma mensagem a dar-me os bons dias...

não tem fostes embora mas é como me tivesses esquecido de mim... justificas com a pressa do dia que começa...
eu sei que hà dias assim. mas há sempre um momento para aqueles que gostamos...
ou já não gostas? se calhar não...

bom dia!
é como se um abraço enorme me envolvesse logo pelo acordar...
é como se os teus lábios tocassem a minha cara assim que começo a despertar...
é como se um raio de sol entrasse na janela do meu quarto...
as manhãs começam a ser frias e custam a passar se não ler bom dia...

porque deixaste de enviar-me os bons dias logo pela manhã?!

|| joão @ 11:12


terça-feira, novembro 25, 2003

fear causes hesitation, and hesitation will cause your worst fears to come true | Bodhi

|| joão @ 13:07


simplesmente amo-te......

|| joão @ 11:43


segunda-feira, novembro 24, 2003

tenho tantas saudades tuas...
apetece-me chorar... posso?!

|| joão @ 18:58


i hold this letter in my hand
a plea, a petition, a kind of prayer
i hope it does as I have planned
losing her again is more than I can bear
i kiss the cold, white envelope
i press my lips against her name
two hundred words. we live in hope
the sky hangs heavy with rain

love letter love letter
go get her go get her
love letter
love letter
go tell her go tell her

a wicked wind whips up the hill
a handful of hopeful words
i love her and I always will
the sky is ready to burst
said something I did not mean to say
said something I did not mean to say
said something I did not mean to say
it all came out the wrong way

love Letter love letter
go get her go get her
love Letter love letter
go tell her go tell her

rain your kisses down upon me
rain your kisses down in storms
and for all who'll come before me
in your slowly fading forms
i'm going out of my mind
will leave me standing in
the rain with a letter and a prayer
whispered on the wind

come back to me
come back to me
oh baby please come back to me

|| joão @ 18:24


...

tension is building inside steadily
everyone feels so far away from me
happy thoughts forcing their way out of me
trying not to break but I’m so tired of this deceit
very time I try to make myself get back up on my feet
all I ever think about is this
all the tiring time between
and how trying to put my trust in you just takes so much out of me

take everything
from the inside and throw it all away
cuz I swear for the last time I won’t trust myself with you

i won’t waste myself on you
you
waste myself on you
you
you

|| joão @ 16:45


depois de um fim de semana longe... todas a minhas preocupações não servem de nada... porque como dizes não te preocupes tanto comigo, já tens problemas que te cheguem... porque depois da preocupação, porque algo não estava bem, como não me preocupo?! não me preocupar, é não sentir... não sentir é não viver... e eu não posso estar assim...

porque eu sonho todos os dias em ter a tua pele junto à minha, para te poder tocar, percorrer com as minhas mãos cada pedaço de ti.
queria poder dar-te a mão diante de todos, para que vissem que uma mulher como tu, pode ser realmente feliz.
queria poder abraçar-te e dizer o quanto te amo (e sei que o diria a chorar), porque esta mágoa acumulada e silenciosa que reside dentro de mim nunca me permitiu sequer dizer-te nada.

|| joão @ 15:30


sexta-feira, novembro 21, 2003

tenho a mania de que entendo
a ti e a todos,
a mim ninguém o faz.
tenho a mania de ser estranho, ter medo.
ser dois e não ser o que é suposto
(... de me esconder, de não ser capaz).

tenho a mania de me envolver em ilusões.
de as criar, de não conseguir afastá-las.
de me meter em situações
tão estranhas que me custa explicá-las.

outra mania que tenho, é a de ser ingênuo,
a de acreditar...
tenho a mania de confiar, de ser cego!
de dormir quando devo acordar.

tenho a mania de ficar quieto,
de sentir dor e gritar só p'ra dentro,
de chorar por versos o que me dói no peito...
de ser sozinho e me arrastar em pensamentos.

tenho a mania de cumprimentar as pessoas na rua,
de engolir sapos e pensar: "a seguir vai ser diferente!”
o "a seguir" não existe, é uma verdade dura...
por mania, insisto nesse "erro" constantemente.

tenho a mania de pensar que sou normal
e acreditar que sim!
aquela velha mania de que tudo corre bem no final
não afasta a incerteza que vive em mim.


|| joão @ 21:32


terça-feira, novembro 18, 2003

oh no, i see
the spider web is tangled up with me
and i lost my head
and thought of all the stupid things i'd said

oh no, what's this?
a spider web and i'm caught in the middle
so i turn to run
and thought of all the stupid things i'd done

and i never meant to cause you trouble
i never meant to do you wrong
and ah, well if i ever caused you trouble
oh, no i never meant to do you harm

oh no,
i see
the spider web and it's me in the middle
so i twist and turn
but here am i in my little bubble

singing out
i never meant to cause you trouble
i never meant to do you wrong
and ah, well if i ever caused you trouble
oh, no i never meant to do you harm

they spun a web for me
they spun a web for me
they spun a web for me

|| joão @ 13:58


domingo, novembro 16, 2003

existem pessoas que cometem erros que jamais podemos compreender e pelo qual dificilmente são perdoados.
mas se pensarmos bem não temos como julgar ninguém.
nada é certo;
nada é errado;
quem nos dá certeza de que nossas leis são verdadeiras?
é por isso que não me importo com que os outros falam.
meu unico juízo;
mora dentro de mim.

|| joão @ 22:46


sexta-feira, novembro 14, 2003

i think i'm drowning
asphyxiating
i wanna break the spell
that you've created

you're something beautiful
a contradiction
i wanna play the game
i want the friction

you will be
the death of me
yeah, you will be
the death of me

bury it
i won't let you bury it
i won't let you smother it
i won't let you murder it

our time is running out
and our time is running out
you can't push it underground
we can't stop it screaming out

i wanted freedom
but i'm restricted
i tried to give you up
but
i'm addicted

now that you know i'm trapped
sense of elation
you'll never dream of breaking this fixation
you will squeeze the life out of me

bury it
i won't let you bury it
i won't let you smother it
i won't let you murder it


|| joão @ 19:38


quinta-feira, novembro 13, 2003

porque no silêncio sempre aparece a maior das verdades...
porque ela gosta imenso...
porque ouvi-mos isto quando percebemos que algo mais existe entre nós....

depois de amanhã, sim, só depois de amanhã
levarei amanhã a pensar
em depois de amanhã
e assim será possível,
mas hoje não hoje nada, hoje não posso...
a persistência confusa
da minha subjectividade objectiva,
sono da minha vida real,
intercalado, o cansaço antecipado e infinito...
tenho já o plano traçado, mas não,
hoje não traço planos
amanhã é o dia dos planos,
amanhã sentar-me-ei p’ra conquistar o mundo,
depois de amanhã
amanhã te direi as palavras, ou depois de amanhã
sim, depois de amanhã
amanhã te direi as palavras, ou depois de amanhã
sim, depois de amanhã
depois de amanhã, sim, só depois de amanhã
levarei amanhã a pensar
em depois de amanhã
e assim será possível,
mas hoje não hoje nada, hoje não posso...
não posso...


|| joão @ 00:53


quarta-feira, novembro 12, 2003

apetece-me sair e seguir para parte incerta...
apetece-me encostar-me a um canto e chorar...
apetece-me adormecer ao relento longe do todos...

apetece-me esquecer-me no meio da minha vida...
apetece-me estar só...


|| joão @ 22:05


porque é que eu tenho de ceder e ela não?
porque é que tenho de compreender? e ela não?
porque é que ela tem de analisar as coisas tão friamente?
porque é que se eu também as analiso responde como se estivesse a deturpar a verdade?
porque é que me ataca sempre quando não compreende o porquê da conversa?
porque é que ser rejeitado?
porque é que tenho de ler não quando deveria ser talvez?

porque é que para estarmos juntos amanhã, temos de estar separados hoje?
porque é que para nos amarmos depois, não nos podemos tocar agora?
porque é que tenho de chorar agora para sorrir amanhã?

porque tenho de sofrer tanto?
porque tenho de ficar triste?
porque tenho de amar tanto?

porque não tenho respostas quando preciso?
porquê? porquê? porquê?

|| joão @ 19:03


terça-feira, novembro 11, 2003

we got the afternoon,
you got this room for two.
one thing i've left to do,
discover me discovering you.
one mile to every inch, and,
your skin like porcelain,
one pair of candy lips and your bubblegum
tongue and if you want love
we'll make it swim a deep sea
of blankets take all your big plans
and break 'em
this is bound to be a while
your body
is a wonderland
your body is a wonder (I'll use my hands)
your body Is a wonderland

something 'bout the way your hair falls in your face
i love the shape you take when crawling towards the pillowcase
you tell me where to go and
though I might leave to find it
i'll never let your head hit the bed
without my hand behind it you want love?
we'll make it
swimming a deep sea of blankets
take all your big plans
and break 'em
this is bound to be a while
your body Is a wonderland
your body is a wonder (I'll use my hands)
your body Is a wonderland


|| joão @ 10:27


domingo, novembro 09, 2003

eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos! a alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem. esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida... mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não declare e não os procure sempre...

|| joão @ 23:20


sexta-feira, novembro 07, 2003

li, em silêncio, que...

Num deserto sem água
Numa noite sem lua
Num país sem nome
Ou numa terra nua

Por maior que seja o desespero
nenhuma ausência é mais funda do que a tua.


|| joão @ 17:27


.......................................

|| joão @ 16:28


tenho pena de saber que existes, que estás algures, que pensas em mim, mas que ambos somos inatingíveis um ao outro...

|| joão @ 00:00


quinta-feira, novembro 06, 2003

acordo de manhã, cedo e ainda de olhos fechados vou-me arrastando para tomar o duche...
enquanto a água escorrega vou acordando para o dia...
vou acordando para a dor que sinto no coração, para a tristeza que está envolta a minha vida...
dou por mim sentado na banheira a sentir a àgua quente a bater-me nas costas, na cabeça, como se andasse à chuva...

gosto de andar à chuva... lava-me os pensamentos... limpa-me a alma...
quero começar um novo dia limpo... feliz... contente...


e é neste momento que tenho saudades
as saudades são uma coisa terrível....
se calhar é por isso que não existe esta palavra em muitos idiomas...
é como um parasita que nos ocupa os pensamentos....


e eu sinto saudades... sinto saudades de sentir...
...........................

|| joão @ 09:55


quarta-feira, novembro 05, 2003

enquanto me arrasto pela cidade no caminho para casa, o cd toca vezes sem conta as mesmas músicas...

patricia barber | let it rain
nick cave | sweetheart come
elvis costello | she
lisa ekdahl | but not for me
diana krall | the look of love
velvet underground | oh! sweet nuthin'
the cinematic orchestra | all that you give
al green | how can you mend a broken heart
the gift | dream with someone else's dream
moloko | it's nothing
barry adamson | the vibes ain't
van morrison | someone like you
aimee mann | lost in space
ben harper | diamonds on the inside
lighthouse family | ainit no sunshine


decoro as letras, retenho emoções...

|| joão @ 00:42


terça-feira, novembro 04, 2003

mário lago escreveu um dia que...

eu fiz um acordo com o tempo,
nem eu fujo dele,
nem ele me persegue,
um dia a gente se encontra.


|| joão @ 01:19


segunda-feira, novembro 03, 2003

i've been searching a long time
for someone exactly like you
i've been travelling all around the world
waiting for you to come through

someone like you
you make it all worthwhile
someone like you
keeps me satisfied
someone exactly like.. you

i've travelin a hard road
lookin for someone exactly like you
i've been carrying my heavy load
waiting for the light to come shining through


|| joão @ 23:12


sábado, novembro 01, 2003

a tristeza é uma languidez desagradável, provocada pelo transtorno que a alma sofre com o mal ou a privação que as impessões do cérebro lhe representam como seus. e há também uma tristeza intelectual , que não é paixão, mas que quase nunca deixa de a acompanhar. (...) na tristeza o pulso é fraco e lento, sentido-se em volta do coração laços que o apertam e um frio que o gela, comunicando essa frialidade ao resto do corpo; e que, apesar disso, se tem por vezes bom apetite, cumprindo o estômago a sua função, contanto que o ódio não se misture com a tristeza.

|| joão @ 17:29