vida deprimente

quinta-feira, outubro 30, 2003

you are the flame in my heart
you light my way in the dark
you are the ultimate star

you lift me from up above
your unconditional love
takes me to paradise

i belong to you
and you
you belong to me too

you make my life complete
you make me feel so sweet

you make me feel so divine
your soul and mind are entwined
before you I was blind

but since I’ve opened my eyes
and with you there’s no disguise
so I could open up my mind

i always loved you from the start
but I could not figure out
that I had to do it everyday

so I put away the fight
now I’m gonna live my life
giving you the most in every way

i belong to you
and you
you belong to me too

you make my life complete
you make me feel so sweet


|| joão @ 00:08


quarta-feira, outubro 29, 2003

trabalho o dia todo ao computador...
tento desligar os messengers...
cada momento que penso que estou offline morro para saber se está tudo bem no outro lado...
cada momento que estou online estou só porque do outro lado não está ninguém que quero...
espero palavras amigas... os dias arrastam-se... as horas param... só me apetece deitar e dormir...

pergunto-me porque não poderei minimizar esta dor como quem minimiza uma janela no computador...
pergunto-me porque não poderei gravar como passado esta paixão que tenho a arder dentro de mim...

pergunto se não posso por-me em stand-by até conseguir fazer um upgrade e substituir algumas memórias que quero apagar...
e que teimam em não ser formatadas...

não posso?

resta-me se calhar beber... beber queima algumas celúlas... a memória perde-se... ajudará?

|| joão @ 16:40


terça-feira, outubro 28, 2003

hoje apetece-me beber... outra vez...
beber algo que me deixe libertar as ideias...

|| joão @ 13:48


segunda-feira, outubro 27, 2003

quem me dera poder conhecer
esse silêncio que trazes em ti,
quem me dera poder encontrar
o silêncio que trazes por mim.
pelo silêncio se mata,
por silêncio se morre,
tens o meu sangue nas veias,
será que é por mim que ele corre?

|| joão @ 01:38


quinta-feira, outubro 23, 2003

there's no reason, there's no compramise
changing seasons, living the high life
i don't know you, so don't freak on me
i can't control you, you're not my destiny

straight out of line
i can't find a reason why i should justify my ways
straight out of line
i don't need a reason
you don't need to

i'll confess this, you're my tragedy
i've laid you to rest just as fast as you've turned on me
gone forever, banish the memories, displays of pleasure are masked by your misery


|| joão @ 10:58


terça-feira, outubro 21, 2003

é de manhã, mas a vontade de acordar é nula...
não me apetece arrastar-me pela cidade, no caos do trânsito, a caminho do trabalho, ouvindo as mesmas músicas, vendo os mesmos lugares...
ter os mesmos pensamentos... quero paz...

não quero acordar daquilo que sinto...
um vazio por preencher... um sorriso por sorrir... um amor por amar...
quero ficar só, enrolado nestas roupas que me dão protecção de mais um dia...

ou então quero...
quero acordar e correr o dia para voltar a adormecer... ficar só, com os meus sonhos, os meus pesadelos...
que deixam correr lágrimas de solidão... de dor... de paixão...

|| joão @ 12:25


segunda-feira, outubro 20, 2003

now i will tell you what i've done for you
50 thousand tears i've cried
screaming deceiving and bleeding for you
and you still won't hear me
don't want your hand this time i'll save myself
maybe I'll wake up for once
not tormented daily defeated by you
just when I thought I'd reached the bottom
i'm dying again


i'm going under
drowning in you
i'm falling forever
i've got to break through
i'm going under


|| joão @ 10:12


domingo, outubro 19, 2003

há dias que nem eu sei onde encaixo na minha própria vida.........

|| joão @ 22:36


sexta-feira, outubro 17, 2003

she
may be the face i can't forget
a trace of pleasure i regret
may be my treasure or the price i have to pay
she may be the song that summer sings
may be the chill that autumn brings
my be a hundred different things
within the measure of the day.

she
may be the beauty or the beast
may be the famine or the feast
may turn each day into heaven or a hell
she may be the mirror of my dream
a smile reflected in a stream
she may not be what she may seem
inside her shell


|| joão @ 22:23


quinta-feira, outubro 16, 2003

ao luar (...) caía muitas vezes. e magoava-me. mas não fazia mal. em casa, a minha mãe curava as minhas feridas com alcóol. ardia, mas curava, garantia-me ela vezes sem conta.
hoje, bebo um alcóol diferente. que me faz arder por dentro. que me queima. mas infelizmente já não cura as minhas feridas. tenho saudades de ontem. porque hoje já faz mal cair. não há alcóol para me curar.


apetece-me beber... qualquer coisa... libertar as ideias e deixar a alegria tomar conta de mim.
deixar o pensamento ir ao sabor da vontade, rodeado por outras pessoas que não percebem o que sinto... ou não querem perceber...

vou beber... algo que me adormeça... que me deixe anestesiado...
que me deixe só...


|| joão @ 19:43


segunda-feira, outubro 13, 2003

i am so alike you
in so many ways
i know I’m just a copy
that carries on the strain
but, we make the same mistakes
‘cause, we are one and the same
we leave behind the stain
that will never separate

all the lies in me
all that dies in me
how can I live without you?
all that lies in me
all that dies in me
how can I live without you?


|| joão @ 14:00


quinta-feira, outubro 09, 2003

vi-te. viste-me. num olhar de incredulidade, pensei, és tu. depois de todas as nossas conversas, senti que tinhas de ser mesmo tu. só podias ser tu, entendes? só contigo é que me podia permitir certas liberdades. só contigo.
agora olho e sei que não és tu. não podes ser tu, pois não?


não és tu ou estou apenas com esta sensação desagradável dentro de mim?
esta sensação que me tira a vontade de respirar?


|| joão @ 00:34


quarta-feira, outubro 08, 2003

running out of ways to run
i can't see, i can't be
over and over and under my skin
all this attention is doing me in!

fuck it all! fuck this world!
fuck everything that you stand for!
don't belong! don't exist!
don't give a shit!
don't ever judge me!


|| joão @ 12:46


terça-feira, outubro 07, 2003

alexandre monteiro pensou um dia e a margarida escreveu...
deslizo, trémulo, nervoso pelo meu desejo de não te deixar deslizar por entre as minhas mãos...

|| joão @ 00:31


sexta-feira, outubro 03, 2003

a dúvida pressiste...
cada vez que te revejo pergunto-me porque não te vejo mais vezes.

depois lembro-me...
é verdade... quando não te vejo discutimos.
porque quero tanto te voltar a ver?

será que isto não tem fim?

|| joão @ 00:37


quarta-feira, outubro 01, 2003

sinto-me só...
estivemos juntos ontem... estivemos juntos mas não correu bem...
nao queria, mas deixou, não estava a vontade, mas continuou...
e antes do momento final acabou por medo... medo da sombra, do barulho...

li num local da internet se te perder morro...
ontem perdes-te-me... para os teus medos... os teus anseios... os teus problemas...
tudo o que vês e imaginas... mas que não existem...
adoro-te demais mas eu não posso continuar a sofrer assim...
esta indecisão... este nervoso...

percebeste-te que me perdes-te?


|| joão @ 14:45